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Herói do título, Götze é o destaque da final da Copa

Ganhou a melhor seleção. Quem fez por merecer do início ao fim. A Alemanha é a nova campeã do mundo. E conseguiu isso graças ao gol de Götze, na segunda etapa da prorrogação. Por isso, por ser o herói do título, ele foi o principal destaque do 1 a 0 alemão em cima dos argentinos. Na albiceleste, Messi, apesar de ter pego pouco na bola, foi o melhor jogador do time de Alejandro Sabella. Confira as notas:
Alemanha:
Neuer – Menos líbero do que nos outros jogos (excetuando o lateral cobrado na prorrogação), mas seguro como em toda a Copa. Nota 6
Lahm – Fechou bem o lado direito, por onde fez boas jogadas – em uma delas, Müller quase abriu o placar. Nota 7
Hummels – Seguro e bem posicionado, não deu chance para Higuaín e Agüero. Nota 6.
Boateng – O primeiro descuido foi no começo do segundo tempo. Teve sorte: Messi chutou para fora. Antes e depois, só deu ele pela direita. Nota 8
Höwedes – Entrou mal e a Argentina jogou só pelo seu lado no primeiro tempo. Mas também teve a chance mais clara do jogo, um cabeceio na trave. Nota 6
Schweinsteiger – Comandando o meio-campo, levou cartão cedo por falta em Lavezzi. Caiu de produção na parte final da partida. Nota 7
Kramer – Saiu lesionado aos 31 minutos de jogo, mas vinha colaborando com os contra-ataques argentinos. Nota 5
Schürlle – Melhorou o time ao entrar, posicionado mais à frente e com mais vitória pessoal. Nota 6
Özil – Manteve o nível de outros jogos na Copa – pena que as atuações, nos outros jogos, foram apagadas. Nota 5
Müller – Abaixo da produção normal, levou vantagem sobre o marcador mas faltou o arremate. Nota 6.
Kroos – Atrasou uma bola absurda para Higuaín, que poderia ter aberto o placar. Teve uma boa chance na meia lua no segundo tempo, chutando para fora. Nota 6.
Klose – Um cabeceio fraco no segundo tempo e só. Colaborou para a carência de chutes a gol alemã. Nota 5.
Götze – Entrou no lugar de Klose para dar mais eficiência ao ataque e não vira a bola até fazer o gol do título. Nota 9.
Argentina:
Romero – Seguro nas intervenções. Decisivo quando exigido. Sem culpa no gol. Nota 7
Zabaleta – Eficiente na marcação. Um lateral-zagueiro azarado: no único lance em que não bloqueou Shurrle, saiu o gol alemão. Nota 7
De Michelis – Sofreu com a força aérea alemã. Teve trabalho dobrado a partir do ingresso de Shuerrle. Dificuldade para sair jogando. Errou passes. Nota 6
Garay – Menos trabalho pelo lado esquerdo da área, pela opção ofensiva alemã. Nota 7
Rojo – O mais fraco da defesa argentina. Nota 6
Mascherano – É o lobo da matilha que caça meias e atacantes, como bem definiu Schweinsteiger. Uma máquina de defender. Um gigante. Nota 8
Biglia – Um operário do meio-campo, com alguma qualidade no passe. Nota 6
Perez – Não apareceu muito, mas ajudou a segurar o meio-campo alemão. Nota 6
Lavezzi – A Argentina sempre saiu no contra-ataque perigoso com ele. Veloz feito um raio até sair, no intervalo. Nota 8
Messi – Um craque. Pegou pouco na bola, mas toda vez que o fazia se abria um clarão de lucidez em campo, lançando ou entrando a drible. Nota 8
Higuaín – Perdeu a bola do jogo no primeiro tempo, sozinho, na cara de Neuer. Nota 5
Agüero – Entrou no intervalo no lugar de Lavezzi, mas não manteve o padrão. Acertou um soco desleal em Schweinsteiger. Nota 3
Palacio – Substituiu Higuaín a 32 minutos do segundo tempo. Errou tudo, inclusive gol na cara do goleiro. Um castelinho, no máximo. Nota 4
Fernando Gago – Volante clássico, foi para o jogo quase no fim do tempo normal, para ajudar a reter a bola no meio-campo, mas a Argentina marcou pior com ele. Nota 5
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