Esportes
Santos demite ex-volante Renato do cargo de coordenador técnico
Ídolo do Santos, o ex-jogador Renato está fora do clube. Nesta segunda-feira, a equipe confirmou a demissão do ex-volante, que vinha exercendo a função de coordenador técnico. Ele fazia parte da diretoria desde 2018 e ainda tinha tarefas envolvendo as categorias de base.
De acordo com o comunicado divulgado pelo Santos, a saída de Renato foi definida em função da grave crise financeira do clube. Assim, é esperado que o presidente Andres Rueda, que tomou posse em janeiro, realize novos cortes nos próximos dias.
“O Santos FC informa que o profissional Renato Florêncio foi desligado de suas funções nesta segunda-feira (1º). O Santos agradece a sua valiosa contribuição, dentro e fora dos gramados, um verdadeiro ídolo na nossa história. Infelizmente, porém, essa decisão foi necessária diante do atual cenário financeiro que atravessa o clube”, afirmou a equipe em nota oficial.
Hoje com 41 anos, Renato teve uma trajetória longeva como jogador, tendo boa parte da sua carreira ligada ao Santos. Revelado pelo Guarani, defendeu o time da Vila Belmiro de 2000 a 2004, sendo parte do elenco que conquistou dois títulos do Campeonato Brasileiro em 2002 e 2004.
Voltou ao clube em 2014, depois se aposentando em 2018, tendo vencido, nesse período, dois estaduais, em 2015 e 2016. Foram 425 jogos disputados pelo clube. E desde que pendurou as chuteiras, trabalhava como dirigente.
Copyright © 2021 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados.
Mais lidas
-
1DEMOLIÇÃO
Justiça Federal determina paralisação e desmonte de parque aquático e polo industrial em área indígena Xukuru-Kariri
-
2DISPUTA
Embalado pelo título da Copa Alagoas, CSE enfrenta CSA nesta quarta, por uma vaga na Copa do Brasil 2026
-
3FUTEBOL
CSE é bicampeão da Copa Alagoas 2025 nos pênaltis após empate sem gols contra o Penedense
-
4CAOS PERSISTE
Usuária do SUS em Palmeira dos Índios desabafa: “Os vereadores foram comprados pela prefeita”; veja vídeo
-
5NA JUSTIÇA
Sentença expõe gestão do ex-prefeito-imperador: quem vai ressarcir a compra de terreno em área indígena feita por R$ 1 milhão com recursos públicos?