Esportes
CBF coloca 70 mil ingressos à venda e sonha com Maracanã lotado em Brasil x Chile
A seleção brasileira recebe o Chile no Maracanã, quinta-feira, e a CBF espera somar o melhor público pós-pandemia da covid-19 em solo nacional. A entidade colocou 70 mil ingressos à venda e acredita em lotação máxima do estádio carioca na última aparição no País pelas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo do Catar.
No último fim de semana, o Flamengo levou 63.450 pessoas na reabertura do Maracanã em jogo diante do Bangu. A CBF acredita que o jogo com os chilenos, mesmo com a seleção brasileira já classificada, pode superar a marca.
Os ingressos para a penúltima rodada das Eliminatórias, que pode garantir o título simbólico ao Brasil caso vença e a Argentina, na sexta-feira, não passe da Venezuela, serão vendidos exclusivamente pelas redes sociais.
O bilhete mais barato será a meia entrada para o setor Leste Superior, a R$ 40,00. O mais caro é a inteira para os setores Leste e Oeste Inferior, a R$ 220,00 cada. Norte e Sul saem por R$ 120,00.
Os protocolos contra a covid-19 deverão ser cumpridos para o jogo da seleção brasileira. De acordo com as autoridades sanitárias locais, o acesso ao Maracanã será condicionado à apresentação do comprovante de vacinação. Aos torcedores com menos de 50 anos serão necessárias duas doses (ou a dose única). Os maiores de 50 anos terão de comprovar a dose de reforço.
O Brasil lidera as Eliminatórias com 39 pontos, diante de 34 da Argentina. Além dessas duas rodadas finais, as seleções ainda têm pendentes o jogo entre elas adiado na Neo Química Arena.
Copyright © 2022 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados.
Mais lidas
-
1NATAÇÃO
Programa olímpico de Los Angeles-2028 amplia futebol feminino, boxe e natação
-
2ARQUEOLOGIA
Primeiro molde de pedra conhecido para produção de moedas é descoberto na Espanha romana (FOTOS)
-
3
Polo fortalece Cadeia Têxtil no Sertão alagoano
-
4MERCADO
Em poucos dias, tarifas dos EUA já afetam o mercado de trabalho global, diz mídia
-
5MEIO AMBIENTE
Lula: Contrapartida de preservar tem que ser mais remunerada do que a conta de destruir
